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Ferramentas da Inteligência

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Quem conhece o trabalho

Depoimentos

Ítalo Marsili

"Deixe-me aproveitar isso daqui para fazer uma recomendação que já devia ter sido feita há tempos: Carlos Rabello. Este homem sabe o que está fazendo e estuda a sério. Tudo que ele fala sobre desenvolvimento cognitivo hoje deve ser levado a sério. Sigam-no."

Ítalo MarsiliMédico, escritor e fundador da Faculdade Mar Atlântico · 14 de fevereiro de 2020
Eduardo Matos

"Eu acompanho faz um bom tempo o trabalho do Carlos. E sempre me pareceu uma das coisas mais promissoras em matéria educacional que tenho visto no Brasil. Em 2024, conseguimos estruturar um projeto sociocultural pelo Instituto Arrecife atendendo jovens de comunidade e decidimos chamá-lo para nos ajudar. O desafio era estruturar sua metodologia para turmas maiores e com alunos com déficits de aprendizagem seríssimos. Os resultados tem sido positivos em bem mais de um aspecto. Os alunos melhoraram no raciocínio lógico, na capacidade de escrita e na composição de narrativas mais complexas. É realmente impressionante."

Eduardo MatosSociólogo, doutor pela UFPE, escritor, membro-fundador e atual presidente do Instituto Arrecife

Quem é

Carlos Rabello

Carlos Rabello

Carlos Rabello é educador, pedagogo e filósofo. Graduado em Filosofia pela Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro e em Pedagogia, especializou-se no Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI), de Reuven Feuerstein, com certificação pelo ICELP, em Jerusalém. Lecionou Theory of Knowledge em escolas do International Baccalaureate e atuou também em consultoria organizacional, trabalhando com a análise da complexidade cognitiva desenvolvida por Elliott Jaques.

Essa trajetória colocou-o diante da inteligência por ângulos muito diferentes. A filosofia lhe deu o problema do pensamento; a pedagogia, o problema da formação; Feuerstein, uma abordagem concreta para observar e desenvolver o funcionamento cognitivo; e o trabalho com organizações mostrou como a qualidade do pensamento aparece quando adultos precisam aprender, decidir e resolver problemas reais.

Da convergência dessas experiências nasceu o Ferramentas da Inteligência. Seu ponto de partida é uma constatação simples: a educação dedica enorme esforço a ensinar conteúdos, mas muito menos a desenvolver deliberadamente os recursos intelectuais que permitem compreendê-los, organizá-los, incorporá-los e utilizá-los com autonomia.

Para Carlos, educar é mais do que transmitir conhecimento. É criar as condições para que o outro descubra do que é capaz e tome posse da própria inteligência.